SAAE realiza desinsetização e desratização na próxima semana

Serviço será feito nos poços de visita da rede de esgoto de Garça e Jafa

O Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (SAAE) realiza na próxima semana, em Garça e no distrito de Jafa, o serviço de desinsetização e desratização. Realizado a cada quatro meses, a operação visa o controle de vetores e pragas nas redes coletoras de esgoto. 
O serviço vai ser realizado em todos os bairros, totalizando 2.009 poços de visita.
Essa ação preventivas é realizada anualmente pelo SAAE para impedir a atração, abrigo, acesso ou proliferação de ratos, baratas e outras pragas urbanas, visando resultados positivos nos aspectos sanitários, ambientais e econômicos.
Para evitar problemas com animais domésticos, pede-se que todas as saídas de esgoto das residências, ralos e caixas de gordura sejam tampados para evitar que os insetos adentrem residências e empresas.
Na segunda-feira, dia 29/03, o serviço será realizado nos bairros:
-Cascata

-São Lucas

-Jardim Paulista

-Guanabara

-Mariana

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SAAE é destaque na imprensa regional pelo serviço de geofonia

         

           

Serviço de Geofonia foi implantado há sete anos para detectar vazamentos invisíveis, reduzindo em cerca de 50% a perda de água.

Fonte: Assessoria de Gabinete SAAE

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PREGÃO PRESENCIAL Nº 003/2021

ABERTURA PREGÃO PRESENCIAL Nº 003/2021

Tipo: menor preço.

Objetivo: Registro de Preços para aquisição de gêneros de alimentação (pães, frios e leite), com fornecimento parcelado pelo período de 06 (seis) meses.

Data: 24/03/2021 às 09:00h, à R. João Bento, nº 40.

Edital: www.saaegarca.sp.gov.br

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SAAE reduz vazamentos invisíveis com serviço de geofonia

Autarquia é uma das poucas da região a adotar equipamento no combate as perdas

Se de um lado o Serviço Autônomo de Águas e Esgostos - SAAE tem como finalidade captar, abastecer e oferecer uma água de excelente qualidade, de outro trabalha com um importante sistema preventivo no combate ao desperdício gerado pelos chamados “vazamentos invisíveis” na rede de distribuição de água potável. Por meio da Geofonia, um serviço feito com auxílio de um amplificador eletrônico, fone de ouvido, sensor de solo e a haste de escuta, é possível detectar vazamentos em dutos subterrâneos.
Implantado na autarquia há sete anos, o SAAE de Garça é uma das poucas companhias de abastecimento da região a adotar o Geofone. De acordo com o encarregado do setor de Controle de Perdas, Silvio Cezar Marques, o serviço realizado todos os dias reduziu em pelo menos 50% as ocorrências de vazamento, hidrômetro parado e até mesmo os chamados “gatos”.

No Brasil, segundo estatísticas do Ministério do Desenvolvimento Regional, a perda física da água potável é 39% da produção. Ou seja, do total da água tratada, 39% nem chega na casa dos consumidores. Em Garça, graças ao serviço de geofonia, a perda é bem menor, próximo de 20%.

“Com este monitoramento de escuta é possível evitar danos maiores e emergenciais na rede de abastecimento, como um conserto de ramal ou troca de cavaletes”, explicou Silvio Marques.
A partir da identificação do vazamento, marca-se a área e é aberta ordem de serviço. A geofonia é um trabalho diário, realizado por bairros. Em média, são detectados de dois a três vazamentos invisíveis. Alguns podendo gerar uma perda de água de 500 mil litros/dia. “É um trabalho importante que ajuda a identificar os vazamentos no subsolo e combater vazamentos ainda maiores no futuro”, comentou.
De acordo com o Diretor executivo do SAAE, engº André Pazzini Bomfim, esse é um serviço essencial e eficaz no combate ao desperdício. “Todo nosso trabalho é para gerenciar com maior eficiência as perdas. Quando um vazamento deste tipo é identificado, as equipes de manutenção são acionadas para executar o reparo, em um curto prazo. É um trabalho contínuo e preventivo, e que poucas cidades do interior utilizam”, concluiu.

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SAAE realiza dragagem para remoção do lodo da ETE Tibiriçá

Responsável pela coleta e tratamento do esgoto sanitário da cidade, o Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (SAAE) realizou operação de dragagem com deságue, contenção e armazenamento do lodo, por meio de bags (enormes sacos de polipropileno de alta resistência), para separar e posteriormente desidratar o lodo gerado no esgoto sanitário depositado na lagoa anaeróbia da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Rio Tibiriçá, responsável pelo tratamento de 47% do esgoto de Garça. A obra teve início em outubro do ano passado e, após seu término, o tratamento de esgoto já apresentou eficiência superior à esperada e projetada junto ao Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), responsável pela concessão de parte dos recursos financeiros para a execução do projeto.
“Adotado por várias companhias de saneamento do País, neste processo de remoção do lodo, o material é dragado, feita a dosagem de polímero e bombeado para dentro dos bags que funcionam como “filtros”, onde a parte líquida é drenada e retorna para o tratamento e a parte sólida fica retida para posterior destinação correta, seja em aterro sanitário ou transformado em adubo”, explicou o coordenador de Meio Ambiente do SAAE, engº Carlos Henrique Stocco Ortolan.
O objetivo é devolver a eficiência total do sistema de lagoas, que ao longo do tempo sofreu um processo de assoreamento com o acúmulo de lodo e areia nos leitos. A coleta e o tratamento do esgoto e aí, inclui-se a remoção e o acondicionamento correto do lodo é fundamental para a proteção da saúde pública, um dos pilares da Autarquia. Além disso, está diretamente ligado a preservação do meio ambiente. O bag para desidratação de lodo faz a separação de líquidos e sólidos de maneira mais ágil, econômica e ambientalmente viável.
No Brasil, apenas 20% dos municípios contam com estações de tratamento que retiram a sujeira do esgoto e devolvem a água limpa aos rios. Garça faz parte desse percentual, com um índice muito superior ao registrado pela maioria das cidades do estado de São Paulo, 98% de esgoto tratado. Atividades como essa para remoção do lodo, e um percentual tão significativo de esgoto tratado, justificam a tarifa do esgoto cobrada na conta “Esse processo de dragagem foi adotado para garantir a melhoria na eficiência da ETE e em quatro meses já superou o resultado que era esperado. Durante anos o lodo se acumulou no fundo das lagoas, podendo comprometer o desempenho do sistema de tratamento do esgoto”, concluiu o Diretor executivo do SAAE, engº André Pazzini Bonfim. (Assessoria de Comunicação/SAAE)
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